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Dr Daniel Borges Plástica

5 passos importantes para uma rinoplastia secundária de sucesso

Por: | 9 de março de 2017

A rinoplastia por si só já é um procedimento complexo que necessita de cuidados e atenção especiais. Porém, quando se trata de uma segunda intervenção, por algum motivo qualquer que tenha ocorrido num primeiro procedimento, essa nova intervenção terá que ser avaliada com minucioso cuidado pelo cirurgião.

Geralmente, uma segunda rinoplastia se faz necessário devido a alguma deformação inesperada ou resultado indesejado. Neste artigo, quero conversar com você sobre esse tema de maneira clara e objetiva.

Afinal, quais são os cuidados que o paciente deve tomar para essa segunda intervenção cirúrgica e seus fatores psicológicos, como se procede ao diagnóstico, suas peculiaridades e os tipos de defeitos nasais mais comuns.

O diagnóstico

Quando um paciente já operado solicita rinoplastia secundaria, se queixando de algum defeito decorrente de uma intervenção anteriormente realizada, a primeira atitude a se tomar é solicitar a opinião estética do próprio paciente.

Isso nos fornece uma ideia realista de sua análise, assim como também de sua capacidade de observação. Seu descontentamento pode referir à presença de uma ligeira anomalia, a uma grave sequela ou a uma simples insatisfação estética do resultado.

Neste caso, uma boa conversa e esclarecimentos técnicos podem ajudar a resolve boa parte do problema, que muitas das vezes é mal compreendido pelo paciente.

Então, é de suma importância uma avaliação de seu estado psicoemocional e expectativas quanto à intervenção. Quando a deformação é real – mediante expectativas razoáveis e o entendimento adequado – podemos proceder a uma análise do nariz e ao redor da região e, consequentemente, tomar as providências cabíveis ao caso.

Os efeitos psicológicos

Como em qualquer outra cirurgia, o fator psicológico é iminente e preponderante. Feito o diagnóstico do problema, devemos informar o paciente de tal situação e deixá-lo a par da situação.

É importante que o cirurgião também converse de modo a que o paciente se prepare para aceitar uma nova cirurgia caso necessário. E mais, dependendo do grau de deformação ocasionado, ou até mesmo por insatisfação estética, uma segunda rinoplastia pode ser um tanto quanto delicada.

Por isso, é fundamental averiguar o lado psicológico do paciente visando dar a ele o maior número possível de informações relevantes, sempre com o intuito de transmitir confiança em seu cirurgião, esclarecendo todas as dúvidas que possam vir a surgir no decorrer do processo.

É de suma importância acompanhar a evolução do paciente, prestando todo o apoio emocional que ele necessita. Apesar das pressões, não devemos proceder a uma nova intervenção antes de seis meses.  Normalmente, é necessário esperar mais de um ano para desaparecer completamente o edema. Esse tempo pode ser menor quando o problema é devido unicamente à fratura. Por isso a necessidade de observar cada caso de forma individual.

As peculiaridades dessa cirurgia

A cirurgia de rinoplastia exige conhecimentos rigorosos não apenas da anatomia e fisiologia normais, mas também das mudanças anatômicas e alterações funcionais que um procedimento pode acarretar.

Além disso, requer uma cuidadosa técnica operatória e recursos singulares, a fim de aplicar o procedimento certo destinado a cada tipo de deformação específica.

Sendo assim, a escolha deve ser feita com cautela objetivando sempre alcançar o resultado almejado. Então, avaliamos caso a caso com extrema individualidade, com procedimentos específicos. O resultado deve ser sempre o mais natural possível.

Em um nariz operado, podemos encontrar todas as alterações ocasionadas por uma rinoplastia primária e também todos os defeitos gerados por intervenção anterior.

Esses problemas são devidos a erros no diagnóstico que ocasiona a utilização incorreta de um procedimento ou até mesmo uma técnica cirúrgica inadequada. Outro fator também ocorre devido a alterações individuais na cicatrização dos tecidos.

Neste caso, pode se proceder apenas com a correção dos defeitos que alteraram a anatomia normal do nariz, embora em alguns casos seja necessária uma nova operação de maior complexidade. Lembrando que a abordagem escolhida dependerá do problema a ser tratado e de sua localização.

Tipos de defeitos nasais

Classificamos alguns defeitos nasais e suas formas de reparo segundo sua localização anatômica. As alterações, tanto as primárias quanto as derivadas de uma cirurgia estética anterior, podem ser localizadas ou afetar a cobertura cutânea e tecidos moles (pele, tecido celular subcutâneo e musculatura), assim como o nariz interno ou cavidade nasal, a ponta, o dorso (estrutura osteocartilaginosa), ou as asas.

Os cinco tipos de alterações e defeitos nasais mais comuns são: alterações e defeitos na cobertura cutânea e tecidos moles; alterações e defeito da cavidade nasal: alterações funcionais (nesse caso o paciente apresenta dificuldade respiratória); alterações e defeitos da ponta nasal; alterações e defeitos na estrutura osteocartilaginosa, e por último, alterações e defeitos das asas do nariz.

Pós-cirúrgico e outros cuidados                  

Os cuidados pós-operatórios são os mesmos de uma rinoplastia primária, seguindo à risca todas as observações médicas para se ter um excelente resultado.

É importante salientar que como a rinoplastia é uma das intervenções mais realizadas em nosso país, é o número de sequelas, ou resultados insatisfatórios acabam apresentando números mais elevados

Seu tratamento, extremamente complexo e delicado, requer um diagnóstico minucioso e correto, uma escolha adequada dos procedimentos a serem realizados e uma técnica cirúrgica impecável. Além da escolha do cirurgião plástico, que deve ser membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Isso garante ao paciente maior tranquilidade e segurança no resultado final do procedimento.

Embora seu objetivo principal – assim como na rinoplastia primária – seja conseguir um efeito harmonioso não só do nariz, como estrutura isolada, mas também em relação ao resto da fisionomia facial, devemos prestar uma especial atenção para solucionar também as possíveis alterações funcionais, frequentemente presentes na rinoplastia secundária.

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